Árvores dispersas e seus efeitos na produtividade de pastos na amazônia equatoriana

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Carlos Danilo Congo Yépez
Francisco Javier Velástegui Lara
Carlos Estuardo Caicedo Vargas
Luis Fernando Rodríguez Iturralde
Antonio Plutarco Vera Zambrano
Andersson Omar Montero Cruz

Resumo

Foram selecionadas pastagens com 10 anos de estabelecimento associados a espécies arbóreas e foi realizado o inventário das espécies dispersas com diâmetros de altura do peito (DAP) ? 5 cm. Em cada árvore foi realizada a medição das variáveis dasométricas DAP, altura total, área de copa. Foi determinada a frequência, riqueza, abundância, índice de valor de importância, índice de biodiversidade baseada na abundância das espécies (Shannon, Simpson) e de riqueza das espécies (Margalef). Foram cadastradas 22 famílias, 83,8% correspondente as espécies de madeira e 16,2% as espécies frutíferas, a família com maior número de indivíduos foi Boraginaceae com 194 indivíduos. De acordo com o DAP explica-se a variação de 96% da área basal, à medida que aumentaram as espécies arbóreas não mostraram influência na produção de matéria seca, cobertura e qualidade de pastagem devido à baixa cobertura arbórea (3,69 ± 0,67%) e ao número de árvores dispersas (5 a 7 árvores ha-1). O impacto da cobertura arbórea mostrou que afeta significativamente o crescimento das plantas, confirmando que o cultivo de Marandú apresenta melhor tolerância à sombra em relação aos Dallis e Savoya.


Conclui-se que os ecossistemas de rebanhos da Amazônia do centro e norte do Equador, de acordo com os índices de biodiversidade são baixos, com riqueza média de espécies dispersas em pastagens. Foram identificadas quatro espécies com maior peso ecológico que a média (3,4%) Cordia alliodora, Cedrela odorata, Schizolobium parahybum e Psidium guajava.

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Biografia do Autor

Carlos Danilo Congo Yépez

Programa de Ganadería y Pastos,  Estación Experimental Central de la Amazonia, Instituto Nacional de Investigaciones Agropecuarias, Vía San Carlos km. 1.5, sector la Parker. Telf. +593-6-3700000, La Joya de los Sachas, Orellana, Ecuador.

Francisco Javier Velástegui Lara

Programa de Ganadería y Pastos,  Estación Experimental Central de la Amazonia, Instituto Nacional de Investigaciones Agropecuarias, Vía San Carlos km. 1.5, sector la Parker. Telf. +593-6-3700000, La Joya de los Sachas, Orellana, Ecuador.

Carlos Estuardo Caicedo Vargas

Investigador Agropecuario, Estación Experimental Central de la Amazonia, Instituto Nacional de Investigaciones Agropecuarias, Vía San Carlos km. 1.5, sector la Parker. Telf. +593-6-3700000, La Joya de los Sachas, Orellana, Ecuador.

Luis Fernando Rodríguez Iturralde

Programa de Ganadería y Pastos, Estación Experimental Santa Catalina, Instituto Nacional de Investigaciones Agropecuarias, Panamericana Sur km. 1, Vía Tambillo, sector Cutuglagua. Telf. +593-2-3008750, Mejía, Ecuador.

Antonio Plutarco Vera Zambrano

Programa de Forestería, Estación Experimental Central de la Amazonia, Instituto Nacional de Investigaciones Agropecuarias, Vía San Carlos km. 1.5, sector la Parker. Telf. +593-6-3700000, La Joya de los Sachas, Orellana, Ecuador.

Andersson Omar Montero Cruz

Programa de Ganadería y Pastos,  Estación Experimental Central de la Amazonia, Instituto Nacional de Investigaciones Agropecuarias, Vía San Carlos km. 1.5, sector la Parker. Telf. +593-6-3700000, La Joya de los Sachas, Orellana, Ecuador.